Do filme August Rush...
A música é linda...
“E, todavia como é difícil explicar-me! Há no homem o dom perverso da banalização. Estamos condenados a pensar com palavras, a sentir com palavras, se queremos pelo menos que os outros sintam connosco. Mas as palavras são pedras. As palavras são pedras e o que nelas vive é o espírito que por elas passa” ― Vergílio Ferreira, Aparição
Wednesday, January 21, 2009
Tuesday, January 20, 2009
(Just to keep it fresh) E se...
E se eu sonhar e não acreditar?
Porque todas as minhas crenças,
Essas ilusões frágeis como as nuvens,
Se desfazem no momento em que acredito.
E se gritar sem emitir um único som?
Porque todas as tentativas de pedir ajuda
São inúteis, são inaudíveis,
E a ajuda de que tanto necessito nunca chega
E se eu desistir?
De tudo, de mim, da vida,
Porque nada parece valer a pena o sacrifício
De lutar para melhorar
De lutar para sobreviver
E se nada for real?
Porque sonhos se desfazem como castelos de areia
Porque esperanças se mostram inúteis
Porque desejos se revelam insuficientes
O real impõe-se à fantasia que habita dentro de mim
Porque promessas nada garantem
Embora eu prometa e não quebre essas então verdades
São verdades escondidas que ninguém vislumbra
Porque eu quero mas não luto por desejos
Que nada mais são que desejos
Mas que valem tão mais que as certezas
Que procuro para determinar a minha vida
Eu quero sonhar e não pensar
Sentir e não tentar perceber
Ser em harmonia e aceitar o mundo
(In a depressive moment of my life, and there were a lot in the past, written in a Psychology class back in...)
2006/10/24
Wednesday, January 14, 2009
Não se pode
Não se pode gostar de Tokio Hotel que é-se emo
Não se pode ver diariamente Perez Hilton que é-se coscuvilheira
Não se pode querer um telemóvel caro que é-se fútil
Não se pode usar calças largas sem estar a adoptar um estilo ou usar maquilhagem sem ser numa tentativa de parecer mais feminina
Não se pode usar um vestido apenas para satisfação própria
Não se pode ser honesta sem ser rude ou fria
Não se pode arrotar sem ser badalhoca
Não se pode beber sem ser bêbeda
Não se pode sair à noite sem ser vadia
Não se pode ser alegre apesar de ser depressiva, é-se logo considerada doida
Não posso dizer palavras se não tenho a certeza que as sinto e não quero ser definida por meras palavras ou pelas classificações de quem nada sabe sobre mim.
E sim, não podia ter começado melhor..
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