Saturday, May 30, 2009

Obsession


I’m always trying not to think
‘Cause that can’t make me get
Everything that you do
(Which) Isn’t done out of common sense
And at times I wish I was not
The one who serves as a mirror
I’m not the same person as you

Hate you for knowing me better
Than at times I know myself but still
You just can’t seem to see
What’s right in front of you
Hate you for making me feel like this
Lost at see, lost for words
I’ve said them over and over again
But you won’t listen

I don’t love you
That time is long gone
And I don’t want to be with you
I just can’t help to think of what it could be
If you simply, for just one day, didn’t think everything through
And let your f****** life just happen

Now I’m the one who’s obsessive and I can’t stop wondering...
You have to give everything a chance at least just once...
And I’ll take the wheel even if it means to step against my own rules just to know what it would feel like... Sooner or later... (“Guess you better go and get your armour”)

Sunday, May 17, 2009

CAT POEM


They will not go quietly,
the cats who've shared our lives.
In subtle ways they let us know
their spirit still survives.

Old habits still make us think
we hear a meow at the door.
Or step back when we drop
a tasty morsel on the floor.

Our feet still go around the place
the food dish used to be,
And, sometimes, coming home at night,
we miss them terribly.

And although time may bring new friends
and a new food dish to fill,
That one place in our hearts
belongs to them. . . and always will.

by Linda Barnes

Monday, April 13, 2009

Sono


Na esperança de fugir do mundo
Durmo
Pela noite fora e mesmo
De dia quando, de olhos bem abertos,
Me indigno perante as atrocidades
Que presencio e entro
No estado de apatia que faz alguns
(Enganados) Pensar que não há nada em mim
Para além daquilo que mostro

Todos os dias me julgam
E me condenam por crimes
Que nada mais são do que as atitudes banais
De qualquer ser humano
Cada palavra uma estaca que
Irá, mais tarde, apunhalar-me (pelas costas)
Cada palavra mera formação de letras
Que na boca de outra pessoa toma novas
Formas e se vira contra mim,
Sua inocente criadora

Tudo se torna questionável
E também eu questiono
A veracidade da nossa própria existência
Que neste momento me parece um pesadelo
Que teima em não terminar
(Adormeci e não consigo acordar)

Que é feito das provas eternas que demos
Demonstrando o nosso valor?
Tudo foi esquecido, todo o bem menosprezado
Em detrimento das pequenas falhas
(Falhas comuns, erros humanos)
Que é feito dos nossos sonhos
E das esperanças que pela força (da nossa vontade)
Tornamos um dia realidade?
Numa fuga perpétua viramos as costas
Aos nossos feitos imensuráveis
(Medidos por recordes ou simplesmente julgados e quantificados)
Às nossas eternas esperanças
(Alvo de chacota por todos os que, frios e cruéis,
Nunca conseguiram sonhar ou, talvez, tentar compreender)
A tudo o que um dia pudemos ser

Dormimos o sono dos fracos enquanto
Os, então, justos apenas nos dão mais motivos para dormir.

O que é feito da esperança?