Saturday, May 29, 2010

Há noites...


Em que aquilo que mais queria era ter-te aqui para te poder dizer o quanto sinto a tua falta após míseras horas. Em que só desejo que este sentimento de que a tua presença nunca é completa desapareça e que a curiosidade morra.

(Se fosse possível mostrar-te tudo o que passa na minha cabeça e não o tivesse de transformar em palavras talvez compreendesses tudo o que te digo e aquilo que faço e parece não ter sentido)

Há noites em que te sinto mais presente do que nunca, em que te escrevo como se contigo falasse, em que por mais que me distraia nunca sais do meu pensamento.

É nessas noites, todas as noites, que me pergunto de onde veio esta forma estranha, como todas as outras, de amar.

Esta é uma dessas noites.

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